“Isto diz o primeiro e o último, que foi morto e reviveu: Conheço as
tuas obras e tribulação e pobreza (mas tu és rico), e a blasfêmia dos
que dizem ser judeus, e não o são, porém são sinagoga de Satanás. Não
temas o que hás de padecer. Eis que o Diabo está para lançar alguns de
vós na prisão, para que sejais tentados; e tereis uma tribulação de dez
dias. Sê fiel até a morte, e dar-te-ei a coroa da vida. Quem tem
ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas. O que vencer, de modo
algum sofrerá o dano da segunda morte” (Ap.2.8-11).
Esmirna significa mirra, que é a resina perfumada produzida pela árvore
de mesmo nome ao ser ferida. A mirra é usada na produção de perfume. Foi
também um componente do óleo da unção, na época de Moisés e um dos
presentes levados pelos magos ao menino Jesus. A substância tornou-se
símbolo de amargura e sofrimento.
O nome daquela cidade da Ásia Menor era bastante adequado à realidade da
igreja que ali se encontrava: um povo sofredor que, em meio às
aflições, exalava o bom perfume de Cristo.







